quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O programa GIRO também vem para o Bairro da Boavista


O Bairro da Boavista irá receber o programa GIRO, através da Associação Moradores e em parceria com outras entidades locais. 

Apesar sermos um Bairro fechado, temos mais conhecimento quem são os idosos que vivem sozinhos. Mas iremos sempre solicitar ajuda dos nossos vizinhos para identificar os casos de solidão. 

Fique atento!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

CÂMARA LANÇA NÚMERO VERDE PARA REFERENCIAR E APOIAR OS 85 MIL IDOSOS SÓS NA CIDADE




SÓS 800 204 204
CÂMARA LANÇA NÚMERO VERDE PARA REFERENCIAR E APOIAR OS 85 MIL IDOSOS SÓS NA CIDADE
Um Alerta Uma Vida
SYP, Lusa, 07-02-2012
A Câmara de Lisboa lançou hoje uma campanha que pretende “sensibilizar os vizinhos, comerciantes e os centros de saúde para que estejam atentos ao que acontece aos idosos que estão sozinhos”, que, segundo dados dos Censos 2011 citados por Helena Roseta, são cerca de 85 mil na cidade. 
Leia mais, clique no título e descarregue os posters que quiser divulgar
Depois de recordar que em 2011 foram encontradas 79 pessoas mortas em casa em Lisboa, na sua maioria idosas - e que neste ano já foram encontradas 14 -, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, destacou os mais de 1100 salvamentos feitos pelo Regimento de Sapadores Bombeiros. 

“Quanto mais cedo for dado o alerta, quanto mais cedo for acionado o sinal de emergência, maior é a probabilidade de salvamento”, disse António Costa. Nesse sentido, a câmara lançou hoje a operação “S.Ó.S Lisboa” que passa "pela criação de um Número Verde, o 808 204 204, para que se possa dar o alerta a tempo para salvar uma vida”. 

A campanha pretende “sensibilizar os vizinhos, comerciantes e os centros de saúde para que estejam atentos ao que acontece aos idosos que estão sozinhos”, que, segundo dados dos Censos 2011 que citou, são cerca de 85 mil na cidade. 

O autarca socialista afirmou que “sempre que o Regimento chega a tempo salva-se uma vida”, defendendo que “tudo depende da atenção que é dada aos vizinhos”. 

O presidente de câmara disse que esta campanha visa também “criar uma plataforma de georreferenciação, localizando idosos isolados com maior risco e prestar maior acompanhamento”. 

A vereadora do Desenvolvimento Social da Câmara de Lisboa, Helena Roseta, explicou que “todas as chamadas vão ser referenciadas” e que a plataforma a criar “vai ser enriquecida com vários dados” de diferentes parceiros, para que os idosos “possam ser reencaminhados para situações de emergência ou de ação social”. 

Assim, disse Helena Roseta, a plataforma vai trabalhar também como “retaguarda” de apoio aos idosos. Este apoio poderá ser prestado pelos parceiros da rede social (Santa Casa da Misericórdia, freguesias ou instituições de solidariedade) ou pelo programa Ajuda Lisboa, que está ainda a ser concluído, e que contará com o trabalho dos voluntários da câmara e da Proteção Civil. 

Este mecanismo vai receber também os “alertas dos parceiros” da campanha. António Costa adiantou ainda que a câmara vai adquirir para já 1.000 equipamentos de teleassistência “para as situações mais gritantes”, através de parcerias com operadoras de telecomunicações. 

O autarca recordou que alguns idosos da cidade já beneficiam do sistema de teleassistência promovido pela Cruz Vermelha Portuguesa, pela Santa Casa da Misericórdia e por algumas freguesias, como a de São Nicolau. 

Helena Roseta acrescentou que está a ser estudada a transferência destas chamadas de teleassistência para a central do número verde 808 204 204, para “concentrar recursos e dados” numa linha que “já está montada e funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano”. 

A campanha ‘S.Ó.S Lisboa’ vai passar também pela distribuição de autocolantes, cartazes, nos ‘mupis’ de publicidade da autarquia e em anúncios televisivos e de rádio. 

Para descarregar os cartazes em JPEG clique na imagem, para descarregar em PDF encontra-os em anexo.


sábado, 28 de janeiro de 2012

Alteração do contacto telefónico da Associação Moradores do Bairro da Boavista

 Caros Moradores e Amigos

Associação Recreativa de Moradores e Amigos do Bairro da Boavista, mandou colocar na sede Internet e telefone. Para melhorar a resposta junto dos nossos sócios e moradores.

Sempre que queiram contacta-nos via telefone, o número é o seguinte:

218 226 340

Inscrições para Atribuição de Fogos Municipais será feita exclusivamente online

Esta informação é da autoria de:WWW.CM-LISBOA.PT


Atribuição de Fogos Municipais 



A partir de 30 de Janeiro, a inscrição de requerentes para atribuição de habitação municipal será feita exclusivamente online, em formulário próprio disponível em http://formulariohabitacao.cm-lisboa.pt.


No atendimento do Campo Grande, 25, piso 0, existirão postos self-service para preenchimento do formulário online.

A medida pretende agilizar os procedimentos para atribuição de fogos municipais no âmbito do Regulamento do Regime de Acesso à Habitação Municipal e foi publicada no Boletim Municipal nº 933 - 1º suplemento, de 5 de Janeiro de 2012 (Despacho nº1/GVHR/2012)

Iniciou-se a empreitada da futura sede do Clube Social e Desportivo do Bairro da Boavista

Fotos da autoria da "JF-Benfica"


Realizou-se ontem a primeira reunião de obra com a presença da Câmara Municipal de Lisboa, da Junta de Freguesia de Benfica, com o Clube Social e Desportivo do Bairro da Boavista e com o empreiteiro, nas instalações da futura sede do Clube Social e Desportivo do Bairro da Boavista.

Estas fotos relatam o caos  que se encontra o espaço que será a sede do CLUBE SOCIAL E DESPORTIVO DO BAIRRO DA BOAVISTA. Este espaço esteve sempre fechado, desde as várias inaugurações do Pavilhão Municipal (aproximadamente 10 anos).




    

    

A pergunta é simples, como é que poder Autárquico deixa chegar a este ponto? Não era mais fácil entregar a quem direito? O dinheiro que já foi gasto neste edifício que nunca chegou a ser aberto.

Deixamos uma sugestão, após concluírem as devidas obras... entreguem o espaço ao clube.

Jornal " O Público" - Câmara de Lisboa estuda solução para realojar famílias do bairro da Boavista

Autor da foto: Joaquim Pinto

A Câmara de Lisboa está a estudar uma solução económica para o realojamento das famílias do Bairro das Alvenarias, na Boavista, disse nesta sexta-feira a vereadora da Habitação, Helena Roseta, sublinhando que o programa Eco-bairro se mantém.
"Nas alvenarias vivem 400 famílias em condições abaixo dos mínimos. As barracas têm de ser substituídas por nova habitação. Temos de arranjar financiamento para isto, as pessoas são nossas inquilinas e temos a obrigação de os realojar”, afirmou Helena Roseta.

Nesse sentido, está a ser preparado um concurso público internacional para a apresentação de soluções que permitam a construção faseada de 400 fogos para realojamento, com demolição também faseada das actuais alvenarias, afirmou a vereadora.

O financiamento para o realojamento deverá ser negociado com a câmara e o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

Inicialmente estava prevista a construção de um loteamento, lançado pela Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL), com 922 fogos, cuja construção ia permitir o realojamento da população residente nas alvenarias.

“A engenharia financeira para o realojamento [prevista inicialmente] passava por construirmos esses 900 fogos e com a venda deles realojar 400”, recordou. “Mas neste momento, quem é que tem dinheiro para construir e para comprar? A solução do loteamento não era a melhor condição. Daí o concurso internacional a pedir soluções construtivas económicas para substituirmos as barracas por fases”, disse a vereadora.

O Bairro de Alvenaria e o Bairro Novo, ambos na Boavista, integram uma candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) para a criação do eco-bairro Boavista Ambiente+, que prevê a sua sustentabilidade económica, habitacional e ambiental.

No entanto, com a “inviabilidade do modelo financeiro e urbanístico consubstanciado no loteamento”, a candidatura ao QREN teve de ser reprogramada. As linhas gerais mantêm-se, nomeadamente na qualificação do ambiente urbano, na promoção de eficiência energética dos edifícios e do espaço público e da indução de práticas de inovação social e ambiental.

Com esta reprogramação, prevê-se a intervenção no edificado num valor elegível ao QREN de 6,68 milhões de euros, tal como apoios ao empreendedorismo e às famílias. A reprogramação visa a conclusão do programa até 2014 com um total de investimento elegível ao QREN de 7,75 milhões de euros.