sábado, 28 de janeiro de 2012

Jornal " O Público" - Câmara de Lisboa estuda solução para realojar famílias do bairro da Boavista

Autor da foto: Joaquim Pinto

A Câmara de Lisboa está a estudar uma solução económica para o realojamento das famílias do Bairro das Alvenarias, na Boavista, disse nesta sexta-feira a vereadora da Habitação, Helena Roseta, sublinhando que o programa Eco-bairro se mantém.
"Nas alvenarias vivem 400 famílias em condições abaixo dos mínimos. As barracas têm de ser substituídas por nova habitação. Temos de arranjar financiamento para isto, as pessoas são nossas inquilinas e temos a obrigação de os realojar”, afirmou Helena Roseta.

Nesse sentido, está a ser preparado um concurso público internacional para a apresentação de soluções que permitam a construção faseada de 400 fogos para realojamento, com demolição também faseada das actuais alvenarias, afirmou a vereadora.

O financiamento para o realojamento deverá ser negociado com a câmara e o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

Inicialmente estava prevista a construção de um loteamento, lançado pela Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL), com 922 fogos, cuja construção ia permitir o realojamento da população residente nas alvenarias.

“A engenharia financeira para o realojamento [prevista inicialmente] passava por construirmos esses 900 fogos e com a venda deles realojar 400”, recordou. “Mas neste momento, quem é que tem dinheiro para construir e para comprar? A solução do loteamento não era a melhor condição. Daí o concurso internacional a pedir soluções construtivas económicas para substituirmos as barracas por fases”, disse a vereadora.

O Bairro de Alvenaria e o Bairro Novo, ambos na Boavista, integram uma candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) para a criação do eco-bairro Boavista Ambiente+, que prevê a sua sustentabilidade económica, habitacional e ambiental.

No entanto, com a “inviabilidade do modelo financeiro e urbanístico consubstanciado no loteamento”, a candidatura ao QREN teve de ser reprogramada. As linhas gerais mantêm-se, nomeadamente na qualificação do ambiente urbano, na promoção de eficiência energética dos edifícios e do espaço público e da indução de práticas de inovação social e ambiental.

Com esta reprogramação, prevê-se a intervenção no edificado num valor elegível ao QREN de 6,68 milhões de euros, tal como apoios ao empreendedorismo e às famílias. A reprogramação visa a conclusão do programa até 2014 com um total de investimento elegível ao QREN de 7,75 milhões de euros.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Lançamento do Livro "Benfica Freguesia Saloia"




Exmos.(as) Senhores(as),

A Sra. Presidente  Junta Freguesia de Benfica, Dra. Inês Drummond, convida V. Exas. a estarem presentes na apresentação do livro “Benfica Freguesia Saloia” que decorrerá no Auditório Carlos Paredes, dia 20 de Janeiro  pelas 18h00.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Reunião Descentralizada da CM-Lisboa em Benfica, Dia 1 de Fevereiro

Fotografia é da autoria: http://www.amcpn.com

Após 14 meses, a Reunião Pública descentralizada da Câmara Municipal de Lisboa volta a nossa freguesia. Será no próximo dia 1 de Fevereiro, às 18h30, na Escola Secundária José Gomes Ferreira, para debater questões ligadas à nossa freguesia de Benfica.


A participação dos munícipes (apresentando exposições à CML nessa reunião) estará aberta apenas a 20 pessoas.

As inscrições podem ser efectuadas pelo telefone 21 322 72 89, por fax 21 817 12 74 e e-mail para sg.daosm.dacm@cm-lisboa.pt até ao dia 20 de Janeiro às 18 horas.

Ou em alternativa, entre as 10h e as 12h de dia 20/01/2012 nas instalações da Junta de Freguesia de Benfica.

Porque a cidadania activa é cada vez mais importante... E, quando os cidadãos se unem, lutando naquilo que está ao seu alcance, participando activamente na tentativa de resolução dos problemas dos seus bairros e das suas ruas, podem contribuir para a mudança e para a melhoria das vivências na nossa sociedade...


Apelamos à divulgação massiva desta informação, de modo a que todos os munícipes de Benfica que se queiram inscrever para exporem os seus assuntos o façam atempadamente.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Dia dos Reis no Bairro da Boavista


Na sexta-feira, dia 6 de Janeiro, a Associação Recreativa de Moradores  e Amigos do Bairro da Boavista comemorou o dia dos Reis. Oferecendo assim, aos seus sócios e moradores fatias de Bolo de Rei acompanhado Vinho do Porto ou Favaios. Também tivemos por cá a Dra. Maria Helena Correia, não como administradora da Gebalis, mas sim, como amiga.  

Também houve oportunidade ofertar um Bolo de Rei aos agentes da PSP da 43ª Esquadra, aos funcionários da Piscina da CM-Lisboa e da Farmácia da Boavista. 


Reunião Alargada do GABIP - 05 Janeiro


Realizou-se no dia 5 de Janeiro a reunião ALARGADA do GABIP - Boavista. Esta reunião foi para explicar o ponto da situação e as alterações do projecto ECO-BAIRRO.

Esteve vários parceiros presentes, entre os quais: CM-LISBOA, JF-BENFICA, ARMABB, GEBALIS, EPUL, ESCOLA BÁSICA Nº 125, CARRIS, EDP, EPAL, E-NOVA, PSP e SCML.






Associação irá solicitar a Sra. Vereadora e aos responsáveis do GABIP - BOAVISTA a presença de várias entidades que operam no Bairro nas reuniões alargadas .

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

HELENA ROSETA DESAFIA GOVERNO A TORNAR OBRIGATÓRIAS AS INSPEÇÕES ÀS CASAS


predio no bairro da boavista
Reabilitação Urbana
HELENA ROSETA DESAFIA GOVERNO A TORNAR OBRIGATÓRIAS AS INSPEÇÕES ÀS CASAS
SYP/ARA, Lusa, 20-12-2011
A vereadora de Habitação da Câmara de Lisboa, Helena Roseta, desafiou hoje o Governo a tornar obrigatória a inspeção periódica dos edifícios, à semelhança do que acontece com os automóveis.
Leia mais clique no título, veja AQUI a apresentação de Helena Roseta sobre Reabilitação Urbana e veja também AQUI a proposta do PVP - Programa de Valorização do Património Municipal
“Desafio o PSD e o Governo a tornar obrigatória a inspeção técnica dos edifícios, à semelhança do que acontece com os carros, para permitir a sua habitabilidade”, disse Helena Roseta, numa conferência sobre a reforma da Lei de Reabilitação Urbana, organizada pelo grupo parlamentar social-democrata.

A vereadora sugeriu que esta inspeção seja baseada na matriz das vistorias previstas no NRAU (Novo Regime do Arrendamento Urbano) elaborada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

Helena Roseta apelou ainda a que fosse acrescentada à análise do risco sísmico dos prédios.

“Esta inspeção daria pontuação às casas, de péssimo a excelente, e essa informação surgiria como os dados energéticos dos eletrodomésticos. Um fogo em más condições baixava o seu valor de venda e isso regulava o mercado”, explicou a autarca.

Quanto aos custos desta operação, a também ex-bastonária da Ordem dos Arquitetos propôs que o valor das inspeções, que no caso do Novo Regime do Arrendamento Urbano ronda os 120 euros, fosse reduzido no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

“É um benefício para todos se os prédios forem inspecionados. Cria trabalho para engenheiros, arquitetos e até podiam ser os privados a fazerem a inspeção, desde que devidamente certificados”.

Helena Roseta adiantou ainda que a Câmara espera avançar em 2012 com essa inspeção a cerca de 25.000 dos seus fogos.

Já no que diz respeito à revisão da Lei da Reabilitação Urbana, a vereadora elogiou que, “pela primeira vez, as pessoas com dificuldades motoras não precisem de autorização unânime do condomínio para fazer obras que melhorem a sua acessibilidade”.

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