domingo, 15 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Dia dos Reis no Bairro da Boavista
Na sexta-feira, dia 6 de Janeiro, a Associação Recreativa de Moradores e Amigos do Bairro da Boavista comemorou o dia dos Reis. Oferecendo assim, aos seus sócios e moradores fatias de Bolo de Rei acompanhado Vinho do Porto ou Favaios. Também tivemos por cá a Dra. Maria Helena Correia, não como administradora da Gebalis, mas sim, como amiga.
Também houve oportunidade ofertar um Bolo de Rei aos agentes da PSP da 43ª Esquadra, aos funcionários da Piscina da CM-Lisboa e da Farmácia da Boavista.
Reunião Alargada do GABIP - 05 Janeiro
Realizou-se no dia 5 de Janeiro a reunião ALARGADA do GABIP - Boavista. Esta reunião foi para explicar o ponto da situação e as alterações do projecto ECO-BAIRRO.
Esteve vários parceiros presentes, entre os quais: CM-LISBOA, JF-BENFICA, ARMABB, GEBALIS, EPUL, ESCOLA BÁSICA Nº 125, CARRIS, EDP, EPAL, E-NOVA, PSP e SCML.
Associação irá solicitar a Sra. Vereadora e aos responsáveis do GABIP - BOAVISTA a presença de várias entidades que operam no Bairro nas reuniões alargadas .
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
HELENA ROSETA DESAFIA GOVERNO A TORNAR OBRIGATÓRIAS AS INSPEÇÕES ÀS CASAS
HELENA ROSETA DESAFIA GOVERNO A TORNAR OBRIGATÓRIAS AS INSPEÇÕES ÀS CASAS
SYP/ARA, Lusa, 20-12-2011
A vereadora de Habitação da Câmara de Lisboa, Helena Roseta, desafiou hoje o Governo a tornar obrigatória a inspeção periódica dos edifícios, à semelhança do que acontece com os automóveis.
“Desafio o PSD e o Governo a tornar obrigatória a inspeção técnica dos edifícios, à semelhança do que acontece com os carros, para permitir a sua habitabilidade”, disse Helena Roseta, numa conferência sobre a reforma da Lei de Reabilitação Urbana, organizada pelo grupo parlamentar social-democrata.
A vereadora sugeriu que esta inspeção seja baseada na matriz das vistorias previstas no NRAU (Novo Regime do Arrendamento Urbano) elaborada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
Helena Roseta apelou ainda a que fosse acrescentada à análise do risco sísmico dos prédios.
“Esta inspeção daria pontuação às casas, de péssimo a excelente, e essa informação surgiria como os dados energéticos dos eletrodomésticos. Um fogo em más condições baixava o seu valor de venda e isso regulava o mercado”, explicou a autarca.
Quanto aos custos desta operação, a também ex-bastonária da Ordem dos Arquitetos propôs que o valor das inspeções, que no caso do Novo Regime do Arrendamento Urbano ronda os 120 euros, fosse reduzido no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).
“É um benefício para todos se os prédios forem inspecionados. Cria trabalho para engenheiros, arquitetos e até podiam ser os privados a fazerem a inspeção, desde que devidamente certificados”.
Helena Roseta adiantou ainda que a Câmara espera avançar em 2012 com essa inspeção a cerca de 25.000 dos seus fogos.
Já no que diz respeito à revisão da Lei da Reabilitação Urbana, a vereadora elogiou que, “pela primeira vez, as pessoas com dificuldades motoras não precisem de autorização unânime do condomínio para fazer obras que melhorem a sua acessibilidade”.
Documentos
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Assembleia da Junta de Freguesia de Benfica - dia 22/12 às 22h00
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO
CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO PODE FUNCIONAR JÁ EM JANEIRO
Joana Haderer, LUSA, 14-12-2011
Moradores de bairros municipais, autarcas e parceiros sociais ligados à habitação em Lisboa vão passar a colaborar no âmbito do Conselho Municipal de Habitação, que deverá ser constituído já em Janeiro, disse à Lusa a vereadora Helena Roseta.
A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou na terça-feira, (proposta em consultaAQUI) apenas com a abstenção do Partido da Terra (MPT), a criação do Conselho Municipal de Habitação, um organismo que pretende incentivar a “participação e comunicação” dos munícipes e associações ligadas ao sector.
“Os interessados nas políticas de habitação, como os bairros municipais, associações de construtores, de proprietários, de inquilinos, de mediadores, de promotores, podem agora fazer parte de um órgão que é ouvido sistematicamente sobre a política de habitação da Câmara de Lisboa e na cidade”, defendeu, em declarações à Lusa, a vereadora da Habitação do município lisboeta.
O conselho funcionará como “um órgão consultivo” sobre as políticas relativas à habitação, mas poderá também fazer propostas e sugestões à Câmara de Lisboa.
Segundo a proposta da vereadora Helena Roseta, o Conselho Municipal de Habitação deverá promover a realização de debates e a participação das comunidades locais e das populações “em iniciativas tendentes a resolver os respectivos problemas habitacionais e a emissão de recomendações sobre projectos, iniciativas e políticas de habitação para a cidade que lhe sejam submetidas”.
A realização de um Fórum Municipal de Habitação poderá ser uma dessas propostas, refere a autarquia lisboeta.
O Conselho Municipal de Habitação pretende ainda funcionar como “um espaço privilegiado de troca de informação entre todos os agentes do sector da habitação, incluindo representantes do inquilinato municipal, que representa cerca de um quinto da população lisboeta”.
Helena Roseta apontou que, em Lisboa, há “problemas gravíssimos” neste sector: “Não há casas para arrendar, mas há milhares de casas vazias”, disse, defendendo que “é altura de juntar todos os interessados”.
As políticas de habitação não são exclusivo da Câmara de Lisboa, lembrou a vereadora, que salientou que a nova lei de arrendamento será obrigatoriamente um assunto em debate, porque “vai afectar a cidade”
Sobre a constituição do Conselho Municipal de Habitação, Helena Roseta afirmou que todos os participantes deste organismo já estão alertados sobre a aprovação da medida, m
“Os interessados nas políticas de habitação, como os bairros municipais, associações de construtores, de proprietários, de inquilinos, de mediadores, de promotores, podem agora fazer parte de um órgão que é ouvido sistematicamente sobre a política de habitação da Câmara de Lisboa e na cidade”, defendeu, em declarações à Lusa, a vereadora da Habitação do município lisboeta.
O conselho funcionará como “um órgão consultivo” sobre as políticas relativas à habitação, mas poderá também fazer propostas e sugestões à Câmara de Lisboa.
Segundo a proposta da vereadora Helena Roseta, o Conselho Municipal de Habitação deverá promover a realização de debates e a participação das comunidades locais e das populações “em iniciativas tendentes a resolver os respectivos problemas habitacionais e a emissão de recomendações sobre projectos, iniciativas e políticas de habitação para a cidade que lhe sejam submetidas”.
A realização de um Fórum Municipal de Habitação poderá ser uma dessas propostas, refere a autarquia lisboeta.
O Conselho Municipal de Habitação pretende ainda funcionar como “um espaço privilegiado de troca de informação entre todos os agentes do sector da habitação, incluindo representantes do inquilinato municipal, que representa cerca de um quinto da população lisboeta”.
Helena Roseta apontou que, em Lisboa, há “problemas gravíssimos” neste sector: “Não há casas para arrendar, mas há milhares de casas vazias”, disse, defendendo que “é altura de juntar todos os interessados”.
As políticas de habitação não são exclusivo da Câmara de Lisboa, lembrou a vereadora, que salientou que a nova lei de arrendamento será obrigatoriamente um assunto em debate, porque “vai afectar a cidade”
Sobre a constituição do Conselho Municipal de Habitação, Helena Roseta afirmou que todos os participantes deste organismo já estão alertados sobre a aprovação da medida, m
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
2ª Reunião da Comissão Executiva do GABIP do Bairro da Boavista
Hoje, 13 de Dezembro decorreu a 2ª reunião da Comissão Executiva do GABIP - Bairro da Boavista. Estiveram presentes na reunião 26 membros dos mais diversos serviços camarários (incluindo Gebalis e Epul). Também marcou presença alguns membros da ARMABB - Associação Recreativa de Moradores e Amigos do Bairro da Boavista, senhora Presidente da Junta Freguesia de Benfica, Dra. Inês Drummnd.
Esta reunião foi para fazer uma actualização do projecto ECO - BAIRRO para depois ser apresentado à CCDR. Inicialmente este projecto era de 13 operações, a proposta foi reduzir às operações. Na mesa foi a hipótese de reduzir para metade da verba, para que essa metade seja para arranjar alguns lotes que estão danificados, principalmente nas cobertura.
Após terminar a reunião a vereadora, na companhia dos membros da ARMABB e da Presidente da Junta foram visitar as futuras do Clube "SOCIAL" e a Farmácia da Boavista.
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